segunda-feira, 04/09/2017

Dormir é o novo luxo, diz o The New York Times

 

A pesquisa saiu no New York Times // Créditos: Reprodução
A pesquisa saiu no New York Times // Créditos: Reprodução

 

De acordo com a publicação norte-americana, dormir se tornou num símbolo de estatuto, com cada vez mais cientistas e autores a tentarem descobrir e teorizar formas de facilitar um sono descansado. Dinheiro? De que vale tê-lo se não pode bater uma soneca? O The New York Times diz que quanto mais descanso puder desfrutar, mais rico – em mais do que um sentido – parecerá.

Durante anos, múltiplos estudos mostraram o quão as noites mal dormidas podem não só afetar o sistema imunitário, mas também mexer com a capacidade de aprendizagem e de retenção de memórias, contribuindo ainda para a depressão, estados de espírito desagradáveis e doenças mentais, mas também fomentando a obesidade, diabetes, cancro e morte prematura. E posto assim, o valor do sono já justifica o ser de fato inestimável. A confirmá-lo, uma série de projetos recentes na área estão olhando de forma aproximada ao tema, tentando perceber quanto de sono precisamos e não precisamos, e como se tornou numa espécie de luxo.

No artigo do The New York Times, a publicação explora a questão com opiniões de profissionais respeitados, a publicação se debruça acima de tudo sobre os esforços que estão sendo feitos em prol de recursos tecnológicos ou ambientes, ideais para fomentar uma noite de descanso perfeita, por forma a contrariar aquilo que já é considerado um problema de saúde pública: as noites mal dormidas.

 

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